A ÊTA nasceu da transformação.
Por anos, criamos acessórios para carnaval, festivais e momentos extraordinários. Mas o tempo mostrou algo maior: nunca vendemos apenas peças. O que criávamos eram presenças, personagens, objetos de memória e formas diferentes de ocupar espaços e identidades.
A ÊTA surge quando entendemos isso.
Somos um atelier brasileiro de criação autoral que transforma ideias em expressão — seja através daquilo que se veste, daquilo que habita uma casa ou dos objetos que acompanham experiências cotidianas.
Criamos arte vestível, objetos funcionais, coleções autorais e peças que transitam entre design, decoração, performance, identidade e utilidade.
Entre o artesanal e o digital, entre o extraordinário e o cotidiano, investigamos formas de transformar matéria em significado.
Exploramos múltiplos materiais, processos manuais, experimentação e tecnologias como modelagem e impressão 3D para ampliar possibilidades criativas — sempre buscando construir objetos mais orgânicos, expressivos e conectados às pessoas.
Porque acreditamos que tecnologia e criação manual não ocupam lugares opostos.
Podem coexistir.
Podem colaborar.
Podem transformar a forma como alguém ocupa um corpo, um espaço ou uma rotina.
Peças autorais, arte vestível e acessórios criativos desenvolvidos para expressão, festivais, identidade e presença.
Criações para quem entende o vestir como extensão da própria linguagem.
Porque algumas peças não complementam.
Transformam.
Objetos, luminárias e criações funcionais que transformam espaços em experiência.
Design pensado para existir entre estética, função e cotidiano.
Porque acreditamos que habitar também pode ser uma forma de expressão.
Coleções temporárias, cápsulas criativas e lançamentos autorais desenvolvidos para momentos específicos.
Algumas peças existem por um tempo.
Outras permanecem como memória.
Nem toda criação começa dentro do atelier.
Algumas começam com uma ideia aparentemente impossível.
A ÊTA também nasce dos desafios: projetos personalizados, encomendas especiais e criações desenvolvidas a partir daquilo que alguém imagina — seja para vestir, habitar, celebrar ou transformar uma experiência.
Porque acreditamos que dar forma ao extraordinário faz parte do processo.
Se existe uma ideia, existe uma possibilidade de criação.
A ÊTA nasce da evolução da Vem Naminha — uma marca construída a partir do carnaval, da experimentação e da vontade de criar peças impossíveis de passar despercebidas.
O que começou no universo festivo cresceu.
Permanece a mesma essência: provocar transformação através daquilo que se veste, se habita e se apresenta ao mundo.
A mudança de nome não é uma ruptura.
É assumir aquilo que sempre esteve presente.
Um novo ciclo para uma essência que nunca deixou de existir.
A ÊTA é criada por Stephanie Ascensión, maquiadora artística, artista, criadora e pesquisadora de materiais, movida pela construção de objetos que transitam entre moda, carnaval, performance, design, decoração, identidade e tecnologia.
Seu trabalho nasce da experimentação, do fazer manual, da investigação estética e da crença de que uma peça pode transformar completamente a presença de alguém — ou a forma como alguém habita um espaço.
Ao longo dos anos, a maquiagem artística, o carnaval, a criação de figurinos, acessórios e experiências construíram uma linguagem própria: um olhar voltado para transformação, narrativa visual e expressão.
Hoje, esse universo se expande.
A ÊTA investiga diferentes suportes, materiais e ferramentas — do artesanal à modelagem digital, da construção manual à impressão 3D — utilizando tecnologia como extensão criativa para desenvolver objetos, presenças e experiências que unem estética, função e identidade.
Mais do que produtos, o interesse sempre esteve naquilo que acontece depois:
Quem alguém se torna quando veste algo extraordinário.
Como um objeto modifica uma rotina.
Como uma criação passa a fazer parte de uma memória.
E principalmente:
Como uma ideia deixa de existir apenas no imaginário e ganha forma.
O interesse por transformar ideias em presença.
Algumas pessoas usam objetos.
Outras constroem presença através deles.
Acreditamos que vestir pode ser transformação.
Que habitar pode ser experiência.
Que design pode provocar.
Que tecnologia pode aproximar.
E que aquilo que criamos pode alterar a forma como alguém ocupa o próprio corpo, um espaço ou o mundo.
Não criamos apenas produtos.
Criamos presenças.
Criamos possibilidades.
Criamos formas diferentes de existir.